sábado, 15 de junho de 2013

Doenças causadas por movimentos repetitivos!



Estudos apontam que vem aumentando o índice de professores com doenças , denominadas especificamente "doenças do trabalho", em razão de movimentos repetitivos, como por exemplo escrever na lousa, digitar trabalhos e provas, acabam sendo movimentos efetuados com grande frequência e assim ocasionando lesões e dores, que podem se agravar se não forem tomadas as devidas precauções.




Dort - (Distúrbio osteomuscular relacionado ao trabalho) - São movimentos repetidos de qualquer parte do corpo que podem provocar lesões em tendões, músculos e articulações, principalmente dos membros superiores, ombros e pescoço devido ao uso repetitivo ou a manutenção de posturas inadequadas resultando em dor fadiga e declínio do desempenho profissional.

Sod - (Síndrome do ombro dolorido) - Essa síndrome causa dores e impotência funcional de graus variados. Isso quer dizer que ela atinge as estruturas que possibilitam o movimento do ombro, como tendões e músculos, articulações, ligamentos e bursas. Transtornos e afecções locais ou à distância de implicações etiopatogênicas também podem ser consequência dessa síndrome. Os sintomas de dor de ombro são bastante variados.Porém, quando a dor é grave, é possível que ela irradie para áreas como pescoço, braço e cotovelo. A pessoa também pode sentir dificuldade em se vestir, fraqueza muscular, limitação dos movimentos de braço e mão e até interrupção do sono.

Tendinite - A tendinite é uma inflamação que ocorre nos tendões. Pode ser por motivos de esforço repetitivo, sobrecarga ou até mesmo por causa de uma alimentação incorreta.

Os tendões são fibras resistentes agrupadas que se situam entre os músculos e o osso. Possuímos tendões em todas as partes dobráveis do nosso corpo. Por vezes esses tendões podem sofrer algum tipo de inflamação, causando a tendinite, que pode ter duas causas: a mecânica e a química.
A causa mecânica é provocada por esforços prolongados e repetitivos, além de sobrecarga. A causa química é provocada por alimentação incorreta e por algumas toxinas presentes no organismo. Também pode ocorrer quando os músculos e tendões não estão sendo suficientemente drenados, ocasionando a desidratação.
Os primeiros sintomas da tendinite são as dores. Além disso, a pessoa fica incapaz de realizar alguns movimentos simples, como caminhar, subir e descer escadas.

A melhor forma de se prevenir da tendinite é tomando alguns cuidados, como:
→     Manter uma alimentação balanceada;
→     Antes de começar uma rotina de exercícios, condicionar os músculos;
→     Sempre fazer aquecimento antes de começar qualquer atividade física;
→     Quem trabalha muito com computador e faz movimentos repetitivos deve parar sempre e se alongar para evitar a LER (lesão por esforço repetitivo);
→     Procurar ajuda médica e seguir todas as orientações prescritas.



Mais informações nos sites de referências: 


Quando o corpo fala!

"O corpo fala quando estamos cansados,
quando estamos felizes, dispostos ou tristes!
Muitas vezes o corpo fala, o que não dizemos com palavras,
e tudo o que guardamos de ruim o corpo sente e dá sinais!
Por isso cuidar do corpo vai além da higiene, atividades físicas,
e exames de saúde, o cuidar do corpo também é cuidar da espiritualidade, humor, bem-estar. 
"Cuide-se!"".



sexta-feira, 14 de junho de 2013

Como Preservar sua voz durante a aula.


Como Preservar a Voz Durante as Aulas
QUANTO AO AMBIENTE
Controle o volume, não grite.
Observe e diminua os ruídos ambientais.
Nas aulas ao ar livre o desgaste da voz é maior; use apitos para chamar atenção, fale perto das crianças para dar ordens, organize antecipadamente a dinâmica para jogos, use megafone ou coloque as mãos em torno da boca.
Mesmo para usar microfone é preciso conhecer a técnica vocal.

QUANTO À POSTURA
Mantenha-se relaxado com a cabeça e o corpo retos, sem tensão.

QUANTO AOS HÁBITOS DIÁRIOS
Use giz antialérgico se o quadro for de giz e limpe com pano úmido.
Mantenha na sala de aula uma garrafa de água e beba alguns goles sempre que for possível.
Evite fumar.
Sempre que puder, utilize recursos didáticos e atividades de menor uso vocal.
Aulas bem planejadas são mais fáceis de serem transmitidas.
QUANTO AO USO DA VOZ
Fale em intensidade moderada Articule com precisão as palavras. Lembre-se dos exercícios articulatórios.
Use o intervalo entre as aulas como repouso vocal; fale menos, evite conversas ruidosas na sala dos professores.
Cuidado com as comemorações; sempre que possível, use microfone.
Professor de Educação Física, procure executar as ordens separadamente dos exercícios.

LAVE BEM AS MÃOS!

Cuidando da coluna dos Pequeninos





Uma mochila pesada pode ocasionar sérios problemas à coluna das crianças de pais e professores desavisados.
Procurando evitar que seu aluno venha a ter necessidade de tratamento no futuro procure tomar atitudes que contribuam para que o contrário aconteça.
Quais essas medidas?
1° Esteja atento a forma de sentar dos pequeninos.
2° Observe os excessos de sua mochila e oriente-o a que não traga à escola determinados itens.
3° Faça um horário próprio  estipulando  os livros  e cadernos a serem trazidos diariamente pelo aluno
4° Oriente os pais a cerca do perigo de mochilas muito pesadas e incentive-os a que deem preferência a mochilas com rodinhas e na altura adequada p/ seu filho.

O que  consideramos excesso nas mochilas?
Brinquedos, maquiagem, doces etc, etc , etc ...
Coisas que parecem leves, mas que somadas   tem um peso significativo que pode causar danos à sua coluna.
Pra os pequeninos que gostam muito de trazer brinquedo estipule o dia do brinquedo para que ele não sinta-se triste.

Cuidar da saúde é disciplinar-se e disciplina aprende-se através de exemplo no dia-a-dia, portanto faça sua parte sentando-se corretamente e ensinando na prática à seus pequeninos.


Corpos que atuam na educação.

Pessoas caminham, vão de um lado para o outro, objetivando cumprir determinada
tarefa. Em meio a esse movimento vertiginoso nem sempre há tempo para observar, sentir,
obedecer aos desejos do corpo. Por instantes, num sobressalto os olhos encontram seu
próprio corpo refletido por espelhos ou vidraças. Esse ritmo acelerado tem se tornado
situação comum e habitual nas cidades, nas ruas e também nas Escolas.
O corpo passa pela Escola, mas é profundamente marcado por ela. Com raríssimas
exceções ele se faz presente ao longo dos anos Escolares. A aceitação das vontades do
corpo é inversamente proporcional ao nível de ensino em que este corpo se encontra. Tal
situação diz respeito não exclusivamente aos alunos, mas também aos professores e demais
funcionários que atuam em instituições educacionais.
Analisemos, por exemplo, a utilização do espelho nas instituições Escolares. Ele
está presente na maioria das salas de pré-escola, mas vai perdendo seu espaço à medida
que, cresce também, o interesse dos alunos para acompanhar as mudanças em seus corpos,
muitas vezes suscitando olhares vaidosos, e o professor não integra esse conhecimento aos
conteúdos.
Dispensar atenção para o seu próprio corpo. Ouvir, ver e principalmente ler a
história que ele revela, se expressando pela estrutura, postura e fisionomia corporal. Assim se configura a proposta deste artigo, que vê nos professores o meio de disseminar uma
educação mais significativa e que passe pelo corpo.
Para tanto, entendemos que os professores necessitam estará em contato com seu
próprio corpo, viabilizando assim, a interação com outros corpos. Em seu estudo Moysés
(2003) indica aos professores que permitam que o corpo esteja presente em todos os
momentos do ensino-aprendizagem, mantenham-se sempre alertas para não contribuírem
em aumentar os bloqueios energéticos corporais dos alunos. Dando a seu próprio corpo os
cuidados que necessita, estando atento aos seus próprios bloqueios, à sua respiração, à sua
energia, pois conhecendo a si é possível compreender o outro.
Cada corpo trás em si o registro de uma história que é única, peculiar aos momentos
vivenciados por aquela pessoa, conhecer os meandros revelados por cada curva, significa
também aceitar que somos diversos, que experiênciamos um mesmo fato com diferentes
intensidades, de distintos modos. Justificando assim nosso interesse em conhecer um
pouco da história dos corpos que atuam na educação, e se mostram diariamente a tantos
outros corpos e que muitas vezes se vêm espelhados.


Referência: http://www.cbce.org.br/cd/resumos/100.pdf

quinta-feira, 13 de junho de 2013

BOA NOITE,

E como anda a saúde do professor??


O trabalho deve ser fonte de realização e prazer, entretanto pode causar sofrimento e enfermidades. Uma pesquisa do Ibope e da revista NOVA ESCOLA , feita em 2007, com cerca de 500 professor de redes publicas das principais capitais do país, identificou que a maioria do entrevistados sofrem de estresse. Cerca de 40% dos entrevistados se queixam frequentemente de dores musculares e sofrerem regularmente de alguma doença ou mal-estar.
É cada vez mais comum professores se afastarem de salas de aula. No estado de São Paulo por exemplo, que tem cerca de 250 mil professores são registradas 30 mil faltas por dia. Em 2006 foram 140 mil licenças médicas com duração em médias de 33 dias.

Com tantos professores afastados, acabam por prejudicar o ensino e aprendizagem dos nossos alunos. E como prevenir e tratar esse problema da saúde do professor vem sendo muito discutido. Temos aqui então, oito “remédios” que foram propostos pela editora abril, na revista escola. Esses “remédios” são para tratamento de alguns males dos professores, mas nada tem de farmacológicos, são apenas ações de bem estar, e que se bem articuladas podem contribuir com o desempenho profissional e impactar positivamente na educação.

São eles: 


Se professores tomassem esses "remédios", talvez teriam menos professores adoecidos ou afastados.


Saiba mais: